O “novo normal” é digital

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Nos últimos meses, o mundo vem enfrentando uma crise jamais vivida anteriormente. Os impactos que a pandemia de Covid-19 trouxe exigiram a busca por uma nova maneira de fazer negócios e impulsionou bruscamente a transformação digital que já vivíamos. Além das adaptações, agora, o mercado se prepara para o “novo normal”.

“Agora entramos totalmente em uma sociedade digital em que já vivíamos, mas que ainda não havíamos assumido.” Manuel Castells

Mesmo para empresas que já tinham estratégias digitais como parte da sua rotina, a intensidade, o curto período para a adaptação e as circunstâncias geradas pela crise de saúde formam um grande desafio. Passado o primeiro choque, podemos dizer que fica a certeza de que estar sempre em busca de novas abordagens e maneiras de crescer, deixa de ser um diferencial e passa a ser uma questão de sobrevivência para qualquer negócio.

Entre campanhas com desempenho ruim, cancelamento de eventos presenciais, vendedores fora de campo e baixa geração de demanda, conseguimos perceber que os canais e estratégias tradicionais de marketing já não são mais o suficiente.

Além disso, as prioridades e o comportamento dos clientes também mudaram. Ao mesmo tempo em que a crise gera insegurança, uma pesquisa do Google em parceria com a Ipsos mostra que os consumidores estão abertos a experimentar. No Brasil, entre os tipos de compras mais realizados pela primeira vez estão:

  • 16% pediram comida por aplicativo
  • 13% compraram de uma loja via smartphone
  • 11% compraram online para retirar na loja.

Quando olhamos para o mercado de saúde e bem-estar, por exemplo, assistimos a acelerada implantação das consultas por telemedicina, que vinha a passos lentos no mercado. Estamos assistindo a uma profunda transformação no modelo de visitação médica, por meio de plataformas digitais, Whatsapp e outros canais. O e-commerce de medicamentos saltou expressivamente e as tradicionais “barreiras” foram quebradas. Programas de pacientes retomam sua força a atenção total na gestão do relacionamento e apoio ao paciente. Indústrias investindo cada vez mais em programas de pacientes para prestar apoio e serviços de qualidade.

Ficar para trás não é uma opção

A mudança veio para ficar. Nesse contexto, empresas e marcas que se adaptarem agora e estiverem preparados para atender as novas necessidades das pessoas e do mercado, não só sairão da crise vivas, mas também na liderança.

Ser digital, nesse momento, é ter a possibilidade de, mesmo à distância, manter a proximidade com o seu cliente e traçar a jornada junto com ele. Esse é o novo normal. Mostrar-se útil e prestativo, estar presente, entender as necessidades do seu cliente e ajudá-lo com o que é melhor para ele.

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